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7 dicas para perder o medo de ressonância magnética

21/06/2016
10:11

O medo e a insegurança frente a exames clínicos, laboratoriais e procedimentos médicos de rotina são relativamente comuns no grande público.

O medo e a insegurança frente a exames clínicos, laboratoriais e procedimentos médicos de rotina são relativamente comuns no grande público. Dentre os exames de diagnóstico por imagem, a ressonância magnética desponta como uma das tecnologias mais avançadas, porém ao mesmo tempo cercada de mitos relacionados a episódios de ansiedade em lugares restritos, ou mesmo de crises de claustrofobia.

Isto deriva em parte da necessidade de permanecer em um ambiente estreito, submetido a altos ruídos que o equipamento emite para adquirir as imagens, aliado à ansiedade natural que acompanha alguns pacientes neste tipo de exame. A seguir o Dr. Leonardo Kayat Bittencourt, médico radiologista da Clínica de Diagnóstico Por Imagem (CDPI) dá algumas dicas para perder o medo do exame:

1. Desvendando o exame: tire as dúvidas.

Uma boa conversa entre paciente e médico ajuda a esclarecer como será o
procedimento e toda a segurança oferecida pelo equipamento, bem como seus
benefícios. Isto pode reduzir a ansiedade e o temor, permitindo que o exame
seja realizado tranquilamente.

2. Você não estará sozinho!

Durante todo o exame o paciente será acompanhado pela equipe da clínica,
que incluem médico, enfermeiros e técnicos de radiologia, sendo observado
a cada instante. Saber que você não estará sozinho também ajuda a enfrentar o nervosismo. Na imensa maioria dos casos, é possível também que o acompanhante do paciente permaneça junto na sala de exame.

3. O ambiente ajuda a tranquilizar.

Estar em um ambiente calmo, acolhedor e humanizado ajudam a tranquilizar no momento de fazer uma ressonância magnética. "Entre outras medidas para gerar maior conforto, a CDPI possibilita que, para os exames de ressonância magnética, os pacientes coloquem uma venda nos olhos, e põe música de fundo para que o paciente relaxe durante o
procedimento", afirma o Dr. Leonardo

4. Conforto acima de tudo.

Existem posições que auxiliam o paciente que possui claustrofobia a se sentir mais confortável durante o exame, uma delas é com o queixo apoiado por um travesseiro. Nesta posição, o paciente é capaz de visualizar a abertura do aparelho, o que ajuda a aliviar o sentimento de "estar trancado".

5. Sem pânico.

Outra forma de reduzir a claustrofobia é colocar primeiro os pés do paciente em vez da cabeça no aparelho de ressonância. Isto é possível no exame de algumas regiões do corpo, como os tornozelos, joelhos, quadris, pelve e abdome, entre outros. Espelhos montados ou vidros espelhados ou prismáticos no equipamento permitem que o paciente veja do lado de fora.

6. Ressonância de campo aberto pode ser uma opção.

Existem alguns tipos de exames que podem ser realizados em aparelhos de ressonância de campo aberto, em que as laterais do aparelho também são abertas. Porém estes aparelhos não podem ser utilizados em qualquer indicação, devido à menor força do campo magnético. Nestes casos, o ideal é conversar com um médico radiologista para ajudar a orientar a escolha do aparelho em função da indicação. Existem também atualmente aparelhos chamados "semi-abertos", que possuem um tubo mais largo (70cm) e mais curto, que diminui substancialmente a sensação de claustrofobia, além de realizarem exames na metade do tempo que aparelhos abertos, e sem restrição quanto a indicações.

7. Quando a sedação é necessária.

Em alguns casos os pacientes têm de ser sedados para realizarem o exame.
Isto só acontece em casos de claustrofobia extrema, ou então nos exames de bebês, sendo uma possibilidade que torna o exame mais tranquilo, e sob os cuidados de um médico anestesista durante todo o tempo. No entanto, esta opção deve ser muito bem avaliada em conjunto com o médico que solicita o exame de ressonância magnética.

Fonte: Saúde.com

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